O objetivo deste estudo era perceber como a variação da posição da caixa alterava o efeito de iluminação e de percepção espacial. Portanto, foi utilizada a mesma caixa e, consequentemente, a mesma abertura. Com a variação da posição (rotação), a abertura zenital passou a ser uma abertura lateral da caixa. Com a caixa na posição abaixo, a abertura lateral projeta luz e sombras na outra parede lateral, e o espaço tem uma escala mais humana, com o teto não muito elevado.
1) Caixa com abertura lateral
Já com a caixa rotacionada, a abertura que era lateral passa a ser zenital. As sombras e luzes, por sua vez, passam a ser projetadas tanto no chão quanto na parede lateral. O teto mais elevado e distante do calunga dá uma sensação de escala monumental do espaço.
2) Caixa com abertura zenital
A sensação de monumentalidade é amplificada com a redução do tamanho do calunga.
3) Caixa com calunga menor
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sábado, 19 de maio de 2012
Aula 6 - Criação de Efeito Cênico
Escolhi para a reprodução o primeiro estudo com a caixa na posição horizontal. Através de aberturas zenitais no teto e nos dois pavimentos superiores, sempre na mesma posição, busquei destacar as árvores presentes no primeiro pavimento. A luz incide sobre o teto do último pavimento e, por meio das aberturas, chega até o primeiro pavimento, iluminando e destacando a vegetação.
1) Reprodução do modelo escolhido
2) Calunga observando a vegetação no primeiro pavimento
3) Calunga observando a vegetação a partir do segundo pavimento
É interessante observar que, à medida que a luz vai atravessando as aberturas nos pavimentos, a iluminação vai se projetando sobre um espaço cada vez menor no chão. No pavimento superior, a área iluminada é bem maior do que no primeiro pavimento (térreo).
4) Luz atravessando as aberturas
Comparando com o estudo realizado previamente, foi possível perceber na reprodução que a iluminação abrangendo uma área cada vez menor, efeito não previsto no estudo. No entando, a iluminação chegou até o primeiro pavimento (térreo), destacando a vegetação, e as escadas permaneceram na penumbra, como havia sido previsto.
5) Comparação entre o estudo prévio e a reprodução na caixa
1) Reprodução do modelo escolhido
2) Calunga observando a vegetação no primeiro pavimento
3) Calunga observando a vegetação a partir do segundo pavimento
É interessante observar que, à medida que a luz vai atravessando as aberturas nos pavimentos, a iluminação vai se projetando sobre um espaço cada vez menor no chão. No pavimento superior, a área iluminada é bem maior do que no primeiro pavimento (térreo).
Comparando com o estudo realizado previamente, foi possível perceber na reprodução que a iluminação abrangendo uma área cada vez menor, efeito não previsto no estudo. No entando, a iluminação chegou até o primeiro pavimento (térreo), destacando a vegetação, e as escadas permaneceram na penumbra, como havia sido previsto.
5) Comparação entre o estudo prévio e a reprodução na caixa
sábado, 28 de abril de 2012
Aula 3 - Lego
O objetivo deste exercício era, a partir da construção de um sólido inicial, promover modificações e analisar se a forma original do objeto ainda poderia ser percebida ou se a identidade havia sido perdida.
Inicialmente construí um sólido em forma de "U" com 5 módulos de altura.
1) sólido (base)
2) sólido (em construção)
3) sólido (concluído)
Depois de finalizado, algumas peças começaram a ser removidas. Primeiro foram retiradas peças pretas do topo, mas mantendo as arestas do sólido. É possível identificar facilmente a forma original deste.
4) sólido (primeira retirada de peças)
As modificações continuaram com a retirada de peças da camada cinza, criando alguns vazios. Neste segundo momento, a manutenção das arestas superiores continua permitindo a identificação da forma inicial do sólido.
5) sólido (segunda retirada de peças)
6) sólido (segunda retirada de peças - frente)
7) sólido (segunda retirada de peças - topo)
Posteriormente, peças de várias camadas foram retiradas de forma aleatória, ainda mantendo as arestas superiores. Os vazios maiores dificultam a percepção da forma original do sólido, mas observando a base e as arestas do topo ainda é possível percebê-la por causa da proximidade (tensão) existente entre estas camadas.
8) sólido (terceira retirada de peças)
9) sólido (terceira retirada de peças - frente)
Por fim, um lado do sólido original foi mantido, enquanto o outro teve muitas peças retiradas. Apesar dos grandes vazios do lado direito, a observação conjunta dos dois lados da figura possiblita a percepção da forma inicial do objeto.
10) sólido (meio preenchido)
11) sólido (meio preenchido - frente)
12) sólido (meio preenchido - topo)
Inicialmente construí um sólido em forma de "U" com 5 módulos de altura.
1) sólido (base)
2) sólido (em construção)
3) sólido (concluído)
Depois de finalizado, algumas peças começaram a ser removidas. Primeiro foram retiradas peças pretas do topo, mas mantendo as arestas do sólido. É possível identificar facilmente a forma original deste.
4) sólido (primeira retirada de peças)
As modificações continuaram com a retirada de peças da camada cinza, criando alguns vazios. Neste segundo momento, a manutenção das arestas superiores continua permitindo a identificação da forma inicial do sólido.
5) sólido (segunda retirada de peças)
7) sólido (segunda retirada de peças - topo)
Posteriormente, peças de várias camadas foram retiradas de forma aleatória, ainda mantendo as arestas superiores. Os vazios maiores dificultam a percepção da forma original do sólido, mas observando a base e as arestas do topo ainda é possível percebê-la por causa da proximidade (tensão) existente entre estas camadas.
8) sólido (terceira retirada de peças)
9) sólido (terceira retirada de peças - frente)
Por fim, um lado do sólido original foi mantido, enquanto o outro teve muitas peças retiradas. Apesar dos grandes vazios do lado direito, a observação conjunta dos dois lados da figura possiblita a percepção da forma inicial do objeto.
10) sólido (meio preenchido)
11) sólido (meio preenchido - frente)
12) sólido (meio preenchido - topo)
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Aula 2 - Lego (Refeito)
Exercício 1
Inicialmente foi construído um objeto em forma de paralelpípedo (8 módulos de largura, 6 de profundidade e 4 de altura) com a parte exterior lisa e o interior contendo irregularidades.
1) Objeto inicial
2) Objeto inicial (vista superior)
Num segundo momento, algumas peças foram movidas para criar irregularidades também no lado externo do objeto. A finalidade do exercício era perceber se a figura ainda mantinha sua identidade inicial (forma de paralelepípedo). Ao meu ver, ainda é possível identificar a forma original da figura mesmo com as modificações.
3) Objeto com irregularidades no lado externo e no interior
4) Objeto com irregularidades no lado externo e no interior (vista superior)
Depois, algumas peças foram retiradas, provocando pequenos vazios na superfície do objeto. A figura ainda manteve sua identidade.
5) Objeto com vazios
Por fim, o objeto foi separado em duas partes. A sua forma inicial ainda pode ser percebida por causa da proximidade (tensão) entre as duas partes, que acabam por "completar" a forma de paralelpípedo original. Quanto maior a tensão entre as partes, mais fácil é perceber a forma do objeto; quanto mais afastadas as partes, mais difícil se torna esta percepção.
6) Objeto separado (metades afastadas; menor tensão)
7) Objeto separado (metades próximas; maior tensão)
8) Objeto separado (vista superior)
Exercício 4
O objetivo deste exercício é perceber a noção de escala. Para isso, foi solicitada a reprodução de uma edificação a partir de peças de Lego, para auxiliar na compreensão dos módulos e das proporções. Escolhi reproduzir a sede da Petrobrás no Rio de Janeiro - Edise (1967), um projeto escolhido em concurso promovido pelo IAB e que apresenta vazios e tensões.
1) Edise
2) Edise (croqui)
3) Reprodução em Lego (frente)
4) Reprodução em Lego
Inicialmente foi construído um objeto em forma de paralelpípedo (8 módulos de largura, 6 de profundidade e 4 de altura) com a parte exterior lisa e o interior contendo irregularidades.
1) Objeto inicial
2) Objeto inicial (vista superior)
Num segundo momento, algumas peças foram movidas para criar irregularidades também no lado externo do objeto. A finalidade do exercício era perceber se a figura ainda mantinha sua identidade inicial (forma de paralelepípedo). Ao meu ver, ainda é possível identificar a forma original da figura mesmo com as modificações.
3) Objeto com irregularidades no lado externo e no interior
4) Objeto com irregularidades no lado externo e no interior (vista superior)
Depois, algumas peças foram retiradas, provocando pequenos vazios na superfície do objeto. A figura ainda manteve sua identidade.
5) Objeto com vazios
Por fim, o objeto foi separado em duas partes. A sua forma inicial ainda pode ser percebida por causa da proximidade (tensão) entre as duas partes, que acabam por "completar" a forma de paralelpípedo original. Quanto maior a tensão entre as partes, mais fácil é perceber a forma do objeto; quanto mais afastadas as partes, mais difícil se torna esta percepção.
6) Objeto separado (metades afastadas; menor tensão)
7) Objeto separado (metades próximas; maior tensão)
8) Objeto separado (vista superior)
Exercício 4
O objetivo deste exercício é perceber a noção de escala. Para isso, foi solicitada a reprodução de uma edificação a partir de peças de Lego, para auxiliar na compreensão dos módulos e das proporções. Escolhi reproduzir a sede da Petrobrás no Rio de Janeiro - Edise (1967), um projeto escolhido em concurso promovido pelo IAB e que apresenta vazios e tensões.
1) Edise
2) Edise (croqui)
3) Reprodução em Lego (frente)
4) Reprodução em Lego
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Aula 6 - Estudos e Cortes (luz e sombra)
Foram feitas 8 propostas para o interior da caixa, 4 delas utilizando a caixa na horizontal e 4 na vertical. O objetivo era simular como ficaria o interior da caixa com a entrada da luz pelas aberturas feitas, mostrando as áreas em que há maior intensidade luminosa e os espaços mais escuros. Os calungas auxiliam na percepção espacial dos ambientes criados.
Numa segunda etapa, construiremos a caixa a partir de um modelo de estudo e compararemos este com o resultado obtido.
1) Estudos com a caixa na horizontal
2) Estudos com a caixa na vertical
Numa segunda etapa, construiremos a caixa a partir de um modelo de estudo e compararemos este com o resultado obtido.
1) Estudos com a caixa na horizontal
2) Estudos com a caixa na vertical
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Aula 5 - Caixa (luz e cor)
Prosseguindo com o exercício da caixa, procurei explorar alguns tipos de iluminação e observar o efeito provocado no ambiente. Em alguns casos, sugeri um possível uso para o espaço e a iluminação criados.
1) A iluminação através de frestas na lateral da caixa (tanto na parte superior quanto na parte inferior), ao contornar as colunas, faz com que sejam projetadas sombras variadas no chão e no teto. Em determinadas regiões, as sombras se sobrepõem, ficando mais intensas. Em outras áreas, por estarem mais afastadas do objeto, as sombras perdem em intensidade e ficam mais difusas.
2) Através da variação da luz que incide na caixa, é possível suavizar todas as sombras, que continuam a incidir nos mesmos lugares, uma vez que as aberturas por onde a luz entra foram mantidas.
3) Uma iluminação zenital intensa, por sua vez, reflete na superfície de algumas colunas e projeta sombras no chão e no teto. Como a luz entra somente por uma abertura, as sombras não ficam sobrepostas como nos casos anteriores.
4) No espaço acima, a iluminação é lateral, na qual a luz entra pelas frestas nas partes superior e inferior da caixa. Além disso, a luz entra por aberturas circulares nas laterais, conectadas por cilindros de papel celofane, iluminando o ambiente com as cores destes. Este espaço poderia ser utilizado para shows e festas.
5) Através de pequenas aberturas em uma das laterais da caixa, a luz penetra atravessando cada uma das diferentes cores, iluminando o chão e a parede oposta do ambiente. O efeito é muito parecido com os vitrais existentes em catedrais, por isso tentei simular no espaço a nave de uma igreja. Como a iluminação se dá apenas pelos quadradinhos coloridos, toda a luz que banha o ambiente também é colorida, produzindo uma luminosidade muito interessante.
1) A iluminação através de frestas na lateral da caixa (tanto na parte superior quanto na parte inferior), ao contornar as colunas, faz com que sejam projetadas sombras variadas no chão e no teto. Em determinadas regiões, as sombras se sobrepõem, ficando mais intensas. Em outras áreas, por estarem mais afastadas do objeto, as sombras perdem em intensidade e ficam mais difusas.
2) Através da variação da luz que incide na caixa, é possível suavizar todas as sombras, que continuam a incidir nos mesmos lugares, uma vez que as aberturas por onde a luz entra foram mantidas.
3) Uma iluminação zenital intensa, por sua vez, reflete na superfície de algumas colunas e projeta sombras no chão e no teto. Como a luz entra somente por uma abertura, as sombras não ficam sobrepostas como nos casos anteriores.
5) Através de pequenas aberturas em uma das laterais da caixa, a luz penetra atravessando cada uma das diferentes cores, iluminando o chão e a parede oposta do ambiente. O efeito é muito parecido com os vitrais existentes em catedrais, por isso tentei simular no espaço a nave de uma igreja. Como a iluminação se dá apenas pelos quadradinhos coloridos, toda a luz que banha o ambiente também é colorida, produzindo uma luminosidade muito interessante.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Aula 4 - Caixa (luz e cor)
O objetivo desta atividade era explorar diferentes aberturas feitas na caixa, observando as transformações que ocorriam à medida que mudávamos a intensidade da luz incidente, bem como as mudanças provocadas pelo uso de materiais coloridos e translúcidos.
Primeiramente, foram feitas aberturas quadradas na parte superior da caixa, permitindo a entrada de luz natural, mas suavizada pelo uso de papel vegetal. A caixa simula uma galeria de arte, na qual a luz natual não atinge diretamente as obras expostas.
1) Iluminação natural durante o dia.
2) Iluminação nsatural ao entardecer (a luz foi filtrada através de uma cortina).
3) Iluminação natural do luar. (neste caso, uma iluminação artificial deveria ser utilizada para permitir a melhor apreciação das obras)
Posteriormente, foram feitas aberturas nas laterais da caixa, cobertas por duas camadas de papel celofane azul. A caixa agora simula um grande aquário.
1) As aberturas no teto foram mantidas neste primeiro momento, iluminando a caixa tanto verticalmente quanto lateralmente. A luz natural branca mistura-se com a luz que passa pelo filtro azul, provocando reflexos nas duas cores.
2) Agora, as aberturas no teto foram fechadas e a luz entra apenas pelas laterais. Como a luz natural é bastante intensa e as aberturas são grandes, o ambiente todo se ilumina de azul, provocando uma sensação de imersão no ambiente aquático.
3) Uma iluminação menos intensa suaviza a cor azul que toma conta do ambiente, mas continua a iluminar toda a caixa através das aberturas laterais.
Primeiramente, foram feitas aberturas quadradas na parte superior da caixa, permitindo a entrada de luz natural, mas suavizada pelo uso de papel vegetal. A caixa simula uma galeria de arte, na qual a luz natual não atinge diretamente as obras expostas.
1) Iluminação natural durante o dia.
2) Iluminação nsatural ao entardecer (a luz foi filtrada através de uma cortina).
3) Iluminação natural do luar. (neste caso, uma iluminação artificial deveria ser utilizada para permitir a melhor apreciação das obras)
Posteriormente, foram feitas aberturas nas laterais da caixa, cobertas por duas camadas de papel celofane azul. A caixa agora simula um grande aquário.
1) As aberturas no teto foram mantidas neste primeiro momento, iluminando a caixa tanto verticalmente quanto lateralmente. A luz natural branca mistura-se com a luz que passa pelo filtro azul, provocando reflexos nas duas cores.
2) Agora, as aberturas no teto foram fechadas e a luz entra apenas pelas laterais. Como a luz natural é bastante intensa e as aberturas são grandes, o ambiente todo se ilumina de azul, provocando uma sensação de imersão no ambiente aquático.
3) Uma iluminação menos intensa suaviza a cor azul que toma conta do ambiente, mas continua a iluminar toda a caixa através das aberturas laterais.
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